Miami e Orlando (Disney): guia geral – 1ª parte

Olá, mundantes!

Nossa série sobre a Disney/Miami será um pouco diferente do que fazemos habitualmente: um diário de viagem. Fomos a Disney juntos em 2010. Depois disso o Caio voltou lá mais 2 vezes em 2014 e início de 2015.

Já que não fizemos diário de bordo como na Patagônia, nem está fresquinho como as demais desse ano, resolvemos fazer um post com dicas gerais e outro sobre os parques, (um pouco) mais objetivos que os que costumamos postar.

Vem mundar?! Boa leitura!

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Caio cortou a orelhinha do Mickey =P

LÍNGUA

Se tiver alguma preocupação por seu inglês não ser dos melhores (ou nem chegar a ser coisa alguma), fique tranquilo. Miami e Disney se tornaram há algum tempo o quintal do brasileiro, e os americanos, muito atentos a isso, sempre mantêm um vendedor brasileiro ou que fala português/portunhol para nos atender muito bem. E, ao contrário do que diz a lenda, são muito simpáticos.

ALUGUEL DE CARRO

Em nossa opinião, é imprescindível alugar um carro para explorar a região porque é tudo muito grande e longe. Além disso, é muito simples dirigir por lá. A carteira de motorista brasileira é válida por um mês lá, sem precisar mandar traduzir.

Você pode levar seu próprio GPS atualizado (lembre de comprar os mapas antes) ou pedir para incluir um em seu aluguel. Outra opção é pegar o carro com ou sem os pedágios incluídos. Vale a pena incluir: por mais que fique um pouco mais caro, facilita muito a vida e evita multas, caso você esqueça e acabe passando no “passe automático”.

Lembre também de respeitar sempre o limite de velocidade, por mais que não veja radar. Existem carros de polícia escondidos nas highways.

Quanto à locadora, nos Estados Unidos sempre escolhemos a mais barata e nunca deu problema, mas vale uma busca antes na internet para verificar relatos de outros clientes.

Para abastecer, primeiro você vai ao caixa do posto e diz o número da sua bomba e paga o valor que julgar necessário. Caso sobre, você pode voltar ao caixa e pegar seu troco.

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MIAMI

Não sabemos recomendar hotel em Miami porque Caio possui parentes que moram próximo, então conseguimos economizar nesse quesito.

1) LINCOLN ROAD E OCEAN DRIVE

São umas das ruas mais famosas da cidade, onde tem várias lojas e restaurantes. Ficam atrás da praia, então recomendamos conhecer a praia primeiro e deixar para almoçar e passear depois por lá. É difícil estacionar por lá, não pare em qualquer canto para não ser multado.

2) COMPRAS

Os locais baratos de verdade em Miami ficam a mais ou menos 50km da cidade, que é o shopping a céu aberto Sawgrass Milss.

É um dos maiores outlets do mundo, possui todo o tipo de marca que os brasileiros gostam, a exemplo de Tommy Hilfiger, Polo, Diesel, Adidas, Nike e outras lojas de departamento. Tem o mapa atualizado do outlet no site.

Vale separar um dia inteiro para o local, que é longe e enorme. 

sawgrass mills

ORLANDO / DISNEY

1) HOTEL

Ficamos no Golden Link Motel em 2010 e 2014. Está localizado em Kissimee, muito perto dos parques. A 15min do Magic Kingdom, por exemplo.

O quarto possui 2 camas de casal, banheiro, sistema de aquecimento, frigobar e microondas. O café da manhã é BEM simples. Preferimos tomar um café mais reforçado fora. É bem limpinho e atende o propósito de um hotel na Disney, que é ter um bom chuveiro e ótima cama, já que chegamos exaustos de tanto bater perna.

Abaixo, fotos do Google. O hotel pode ser reservado pelo Booking.

2) RESTAURANTES / PASSEIOS

Uma ótima opção para jantar em Orlando é se dirigir até Winter Park (cerca de 40min da International Drive – avenida principal de Orlando). É muito bacana e com comidas de verdade, fora desse padrão fast food americano. Dica: Bruno’s – restaurante de comida italiana.

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Winter Park (imagem do Google)

A rede de restaurantes Olive Garden também é uma boa pedida, pois está espalhada pelos locais e é muito bom.

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Quanto a passeios, uma das primeiras opções é Disney Springs/Downtown Disney. É o “centrinho” de Orlando, com diversas lojas e restaurantes (alguns precisam de reserva antecipada, como o o do T-Rex, um restaurante temático  de dinossauros). Em Downtown também existe uma loja da Lego muito irada! É ainda onde se localiza o espetáculo do Cirque du Soleil. Outro show bacana é do Blue Man Group, que fica em CityWalk (o “centrinho” da Universal Studios, antes de entrar no parque). Não fomos a nenhum dos dois pois não encontramos ingressos na época.

Embora pouca gente saiba Orlando também possui praia, mas é um pouquinho afastado, a 1h30 de distância – chama Daytona Beach e é bem bonita. Interessante para quem está retornando à cidade e já conheceu o kit básico de parques.

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Daytona Beach – a praia de Orlando (imagem do Google)

Outros passeios interessantes para quem estiver retornando ou tiver dias sobrando (mais de 07 dias, que recomendamos para o kit básico) é a Legoland e a WonderWorks / Casa de Cabeça pra Baixo.

A Legoland é interessante, mas é voltada principalmente para crianças. Fora o fato de ser toda feita de Lego, não há nada mais que chame a atenção de adultos.

A Casa ainda não tivemos a oportunidade de ir, mas ouvimos falar muito bem. Válido para crianças e também adultos.

wonderworks

3) COMPRAS GERAIS

As compras em Orlando podem ser feitas no Premium Outlets. No site você descobre qual está mais próximo de você: clique aqui. Após a busca, há acesso também a informações sobre horário de funcionamento e mapas dos shoppings.

Orlando Premium Outlets Vineland Ave.

Se você for passar um tempo em Miami ou, ainda que não esteja, quiser encarar 3h pra ir – 3h para voltar ao Sawgrass Mills, recomendamos ele no lugar do Premium.

4) COMPRAS DE MANTIMENTOS

Quanto a essa parte “operacional”, recomendamos também que compre água e lanchinhos em supermercados. Dentro da Disney esses itens são caros e super vale a pena conhecer os mercados de lá, notar como eles são exagerados, a maioria das coisas vendida no fardo.

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E pra levar essas coisas é tranquilo usar mochila. Normalmente os brinquedos têm lugar para deixar guardado sem cobrarem nada (ou cobrando 1 dólar) e com segurança.

5) PROGRAMAÇÃO DE BRINQUEDOS NOS PARQUES

Nós sempre adquirimos nossos ingressos nos próprios parques. É possível comprá-los em pacotes de agência de viagens aqui no Brasil para parcelar. Há também pessoas vendendo fora dos parques, mas achamos mais confiável comprar direto na atração. Sai em média 110 dólares por parque. (imagem do Google)

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No nosso primeiro dia na Disney, caímos lá meio que de paraquedas, sem muita programação. Fomos em dezembro de 2010 e iniciamos a viagem por Miami, que estava com um clima bem parecido com o verão brasileiro. Fomos, então, “fresquinhos” para a Disney e passamos muito frio à medida que a noite se aproximava, pois não havíamos levado agasalhos na mochila.

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Situação dos carros quando saímos do parque

Lembrem de ir sempre BEM confortáveis – tênis bacana e roupa de acordo com o clima. Leve apenas o essencial na mochila para não cansar de carregá-la em meio às andanças.

Pela falta de organização, perdemos também muito tempo no vai e vem de brinquedos. Por isso, ao chegar no hotel, decidimos traçar uma programação lógica dos brinquedos do parque que iríamos no dia seguinte. Escolhemos os brinquedos, vimos quais precisavam de fastpass (já já explicamos) para adquiri-los assim que chegássemos e organizamos as idas por proximidade. OBS.: os flyers dos parques você consegue no próprio hotel.

Fastpass é “passe” de preferência na fila dos brinquedos. Quando fomos em 2010, o FP era um ticket que tirávamos numa máquina. A última vez que Caio foi, era preciso procurar os funcionários da Disney que ficam com um iPad fazendo os agendamentos. Ele quase teve problema em determinado brinquedo, mas como tinha tirado foto da tela em que o funcionário fez a reserva, liberaram sua entrada. Então lembrem de fotografar a tela, ainda que o horário fique “cadastrado” no ingresso, o que servirá até mesmo como um lembrete da hora marcada.

Pegue o FP assim que chegar no parque pois existe um limite diário de fastpass. Depois, é só ir para a fila no horário agendado e curtir o brinquedo.

6) ALIMENTAÇÃO NOS PARQUES

Mesmo levando comida, se você não se sustenta com lanchinhos (como nós), será preciso almoçar… Os restaurantes mais badaladinhos são caros, mas não é difícil descobrir um lugar que te agrade e seja em conta… Se não me engano esses flyers têm a média de preço de cada restaurante… Ah! Na entrada existe uma série de papeizinhos que, no fundo, contêm cupons de descontos pra certos restaurantes…Não chegamos a utilizar porque só descobrimos depois. Mas deem uma olhadinha pra ver se compensa!

Itens “must eat”: os clássicos pizza de pepperoni e cachorro quente. São tão simples, não parecem que serão diferentes do que temos no Brasil, mas sim…são maravilhosos, não é à toa que são ícones!

Créditos das fotos: hot dog e pizza.

No próximo post, falaremos sobre cada parque que visitamos. Até breve!

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